Perquitas e Periquitos, não os abandonei! Apenas divulgo meu novo blog para que vocês acompanhem também! Esse será atualizado diariamente... ele é bem mais levinho.
Espero que acessem e gostem:
Blog do Dandan
PeriquitiBeijos!!!rs
domingo, 26 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
A Bela e a Fera
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Amarração para o amor
Olhava o empoeirado álbum de fotos da família em que a aceitara como criada e começou a formar parzinhos. Oito pessoas na mesa de jantar, quatro casais, certinho. Sempre achou que no mundo havia um número ímpar de população, e ela seria essa sobra, esse um a mais. Vida de escrava, mente de escrava, descartável e desprezível escrava. Limpava, cozinhava, fazia de tudo para satisfazer os homens, até sexo era obrigada a dar. Eles usavam mãos cobertas por luvas para que não fossem sujadas ao tocarem numa imunda e pobre como ela. O contato era apenas o sexo. Ela ficava de quatro, gritava, gemia e chorava. Chorava alto para não apanhar. Engravidou uma vez e teve que arrancar com as próprias unhas, o filho. Depois foi obrigada a usar o ânus para que não houvesse mais o incidente.
Estampada na escuridão, sua sombra formava um contorno dourado sobre a mesa onde trabalhava a culinária absorvida pela mãe, enquanto escondia os segredos embutidos da avó. Chorava e rezava para que seus ossos apodrecessem logo. Ninguém reparava o quanto ela era sensível e nem dos dotes de artista que desfrutava na comida e nos caprichosos toques de pintura que fazia com suco de tomate. As plausíveis refeições fizeram desconfiar que estivesse apaixonada. Sua beleza despertava inveja na Madame, reparara isso através da energia que lhe fazia arrepiar sempre que os grandes olhos a encaravam. Sentia inveja porque o marido preferia comer a criada no cu todos os dias, mesmo suja e com calos nos dedos, do que a ela uma vez por semana, mas o que ninguém sabia é que ela gostava. Gostava da dor e de ouvir os gritos da sua servil.
As mulheres não tinham direito de sentir prazer, e nem dos homens de saber amar, mas a criada ousava e gritava, gemia e chorava: Quero-o pra mim. Sua carne ligada a minha, sempre! Sentia vontade de esfaquear a Madame toda vez que se masturbava debaixo da cama ao som do sado.
Era curioso observar aquela menina. Virava noites sombreada na cozinha fritando palavras e cozinhando mantos. O prato principal era carne de galinha acompanhada de corações. Os corações que ela esfaqueara dos escravos apaixonados. Uma mordida bastou para que o mundo virasse. Era vingativa e conseguia tudo que queria. Teria aquele homem, justa ou injustamente. Deixaria de ser a sobra. Passou do segundo para o primeiro lugar, e desse ninguém a tiraria. Não mesmo!
Estampada na escuridão, sua sombra formava um contorno dourado sobre a mesa onde trabalhava a culinária absorvida pela mãe, enquanto escondia os segredos embutidos da avó. Chorava e rezava para que seus ossos apodrecessem logo. Ninguém reparava o quanto ela era sensível e nem dos dotes de artista que desfrutava na comida e nos caprichosos toques de pintura que fazia com suco de tomate. As plausíveis refeições fizeram desconfiar que estivesse apaixonada. Sua beleza despertava inveja na Madame, reparara isso através da energia que lhe fazia arrepiar sempre que os grandes olhos a encaravam. Sentia inveja porque o marido preferia comer a criada no cu todos os dias, mesmo suja e com calos nos dedos, do que a ela uma vez por semana, mas o que ninguém sabia é que ela gostava. Gostava da dor e de ouvir os gritos da sua servil.
As mulheres não tinham direito de sentir prazer, e nem dos homens de saber amar, mas a criada ousava e gritava, gemia e chorava: Quero-o pra mim. Sua carne ligada a minha, sempre! Sentia vontade de esfaquear a Madame toda vez que se masturbava debaixo da cama ao som do sado.
Era curioso observar aquela menina. Virava noites sombreada na cozinha fritando palavras e cozinhando mantos. O prato principal era carne de galinha acompanhada de corações. Os corações que ela esfaqueara dos escravos apaixonados. Uma mordida bastou para que o mundo virasse. Era vingativa e conseguia tudo que queria. Teria aquele homem, justa ou injustamente. Deixaria de ser a sobra. Passou do segundo para o primeiro lugar, e desse ninguém a tiraria. Não mesmo!
domingo, 27 de março de 2011
A Repudiada - Último Capítulo
Sim, eu sou a filha que vocês abandonaram há muito tempo.
Samantha assustou-se mais ainda com a revelação. Maria, ou melhor, a filha dela, continuou o relato.
- Logo após ter sido enterrada, minha mãe se levantou do próprio túmulo, me acolheu e ficamos lá, vivas! Enquanto mamãe jurava vingança, ela morreu de loucura, deixando-me assim encarregada dessa missão. Acompanhei durante todos esses anos a vida de cada um de vocês em busca de uma única coisa, Samantha Solhedad... vingança!
- Não pode ser! Eu não acredito!
- Sim. Por todo esse tempo minha mãe estava morta e eu cresci com o único intuito de completar a sua vingança! Já podemos morrer em paz, Samantha. Eu e VOCÊ! Há algo que queira dizer antes de morrer?!
- Sim.... o burro... vem na....... frente! – essas foram as últimas palavras de Samantha Solhedad.
A filha de Maria ria-se, mesmo depois de ter cometido um erro de português... Estava feliz...
Samantha assustou-se mais ainda com a revelação. Maria, ou melhor, a filha dela, continuou o relato.
- Logo após ter sido enterrada, minha mãe se levantou do próprio túmulo, me acolheu e ficamos lá, vivas! Enquanto mamãe jurava vingança, ela morreu de loucura, deixando-me assim encarregada dessa missão. Acompanhei durante todos esses anos a vida de cada um de vocês em busca de uma única coisa, Samantha Solhedad... vingança!
- Não pode ser! Eu não acredito!
- Sim. Por todo esse tempo minha mãe estava morta e eu cresci com o único intuito de completar a sua vingança! Já podemos morrer em paz, Samantha. Eu e VOCÊ! Há algo que queira dizer antes de morrer?!
- Sim.... o burro... vem na....... frente! – essas foram as últimas palavras de Samantha Solhedad.
A filha de Maria ria-se, mesmo depois de ter cometido um erro de português... Estava feliz...
***
Cinco anos depois... A filha de Maria conseguiu se recuperar bem do tiro na cabeça e foi levada em cima de uma cadeira de rodas pelo próprio pai, e agora marido, ao cemitério entregar flores no túmulo de sua mãe.
- Mamãe, faz cinco anos que nossa missão foi cumprida. Samantha Solhedad esta bem morta! Honrei seu espírito, espero que esteja em paz. Queria dizer que papai ainda te ama, e eu também. Para nós, você sempre terá o melhor sexo oral da escola, mamãe. Para nós, você sempre será Maria... A REPUDIADA!
- Mamãe, faz cinco anos que nossa missão foi cumprida. Samantha Solhedad esta bem morta! Honrei seu espírito, espero que esteja em paz. Queria dizer que papai ainda te ama, e eu também. Para nós, você sempre terá o melhor sexo oral da escola, mamãe. Para nós, você sempre será Maria... A REPUDIADA!
FIM
Dannilo Martins Autorino
domingo, 20 de março de 2011
A Repudiada - Capítulo 5
- Olá enfermeira, pode deixar que eu atendo essa paciente.
Maria teve um ataque de histerismo e ficou gemendo sem conseguir pronunciar uma letrinha que não fosse “Ô ao ver que tinha dado de cara com Samantha Solhedad. Essa por sua vez, reconheceu Maria de primeira.
- Maria, que surpresa! Lembra de mim? Eu ganhei de você no concurso de melhor sexo oral masculino na escola há quinze anos. Nossa, quanto tempo! Como você está magra, menina!
- Ãããããã...ãã..ã..
- Ah, é verdade, você não era gorda, estava grávida.
- Ãããã...ããã...ã
- Por que não consegue falar? Vou tirar esse aparelho que está ligado na sua boca e no seu nariz porque eu não estou entendendo nada.
- ÃÃÃÂA...!!AAA...!!AAÃ!!!!!
- Ai, como sou distraída, eu não posso fazer isso senão você pode morrer, né? Olha, respira fundo e fale devagar, ok?
Maria respirou fundo e disse:
- Vâ...di...ã...
- Ai que mau humor Maria, por que me odeia tanto? Eu nunca fiz nada de ruim a você... Nunca...
Sentindo-se forte suficiente para falar, Maria retrucou:
- Pensa que eu não sei? Foi VOCÊ quem tentou me matar há quinze anos, Samantha Solhedad! Há quinze anos que eu tento me vingar de você enquanto você ria de mim, sua desgraçada! Além de ter roubado a MINHA reputação, quis roubar a MINHA vida. – via-se muita fúria nos olhos de Maria. - Vivi para isso Samantha Solhedad, só para completar a MINHA vingança e agora chegou a hora... há-há-há!
- Mas Maria, não entendo, não fui eu quem tentou matar você, foi o...
- MENTIROSA! – interrompeu Maria.
- Mas Maria – disse Samantha em um princípio de choro – eu não estou mentindo... sempre gostei de você! Acredite em mim, por favor!
Maria olhou nos olhos úmidos de Samantha. Ficou comovida pela primeira vez em quinze anos... Era estranho, mas não sentia falsidade nos olhos dela. Pensando bem, era ela, Maria, quem sempre a agredia. Os lábios dela começaram a tremer e ela sentiu um pouco de remorso. Sua cabeça começou a doer, pois além de tudo, estava confusa. No fundo, sempre teve um coração mole.
- Então é... é verdade Samantha? Não foi você quem quis me matar? Você é inocente, amiga?
- Não, sua vadia! Há-há-há! Fui eu mesma que quis acabar com a sua vida, só porque o gostoso do seu ex-namorado não queria ser chupado por mim porque AINDA amava você, sua biscate!
- Oh! Luis Fernando ainda me ama?
- Sim, sua desgraçada! E eu vou ACABAR COM VOCÊ de uma vez por TODAS!
Samantha foi em direção de Maria para desligar todos os equipamentos. Pegou uma almofada e enfiou na cara de Maria rindo-se toda.
Enquanto se contorcia, Maria ficou preocupada que o travesseiro borrasse sua maquiagem, então, ela tirou a seringa que continha veneno de dentro do seu cabelo armadíssimo e enfiou-a no braço de Samantha.
Ouviu-se um grito... era da própria vítima.
- O que é isso? – perguntou Samantha assustada.
- Veneno! Como sabia que você nunca ia querer chupar a minha xereca, essa foi a única saída que arranjei. Dentro de minutos você estará morta!
- Sua desgraçada! Eu te ODEIO, Maria. Te odeio com TODAS as minhas forças. Deveria ter te matado outra vez enquanto pude, sua BOCA FROUXA! – disse a malvada enquanto agonizava aos poucos.
- Não precisa Samantha, pois você JÁ me matou.
- Como? – assustou-se Samantha.
- Sim, Maria está morta, EU sou a FILHA dela...
Maria teve um ataque de histerismo e ficou gemendo sem conseguir pronunciar uma letrinha que não fosse “Ô ao ver que tinha dado de cara com Samantha Solhedad. Essa por sua vez, reconheceu Maria de primeira.
- Maria, que surpresa! Lembra de mim? Eu ganhei de você no concurso de melhor sexo oral masculino na escola há quinze anos. Nossa, quanto tempo! Como você está magra, menina!
- Ãããããã...ãã..ã..
- Ah, é verdade, você não era gorda, estava grávida.
- Ãããã...ããã...ã
- Por que não consegue falar? Vou tirar esse aparelho que está ligado na sua boca e no seu nariz porque eu não estou entendendo nada.
- ÃÃÃÂA...!!AAA...!!AAÃ!!!!!
- Ai, como sou distraída, eu não posso fazer isso senão você pode morrer, né? Olha, respira fundo e fale devagar, ok?
Maria respirou fundo e disse:
- Vâ...di...ã...
- Ai que mau humor Maria, por que me odeia tanto? Eu nunca fiz nada de ruim a você... Nunca...
Sentindo-se forte suficiente para falar, Maria retrucou:
- Pensa que eu não sei? Foi VOCÊ quem tentou me matar há quinze anos, Samantha Solhedad! Há quinze anos que eu tento me vingar de você enquanto você ria de mim, sua desgraçada! Além de ter roubado a MINHA reputação, quis roubar a MINHA vida. – via-se muita fúria nos olhos de Maria. - Vivi para isso Samantha Solhedad, só para completar a MINHA vingança e agora chegou a hora... há-há-há!
- Mas Maria, não entendo, não fui eu quem tentou matar você, foi o...
- MENTIROSA! – interrompeu Maria.
- Mas Maria – disse Samantha em um princípio de choro – eu não estou mentindo... sempre gostei de você! Acredite em mim, por favor!
Maria olhou nos olhos úmidos de Samantha. Ficou comovida pela primeira vez em quinze anos... Era estranho, mas não sentia falsidade nos olhos dela. Pensando bem, era ela, Maria, quem sempre a agredia. Os lábios dela começaram a tremer e ela sentiu um pouco de remorso. Sua cabeça começou a doer, pois além de tudo, estava confusa. No fundo, sempre teve um coração mole.
- Então é... é verdade Samantha? Não foi você quem quis me matar? Você é inocente, amiga?
- Não, sua vadia! Há-há-há! Fui eu mesma que quis acabar com a sua vida, só porque o gostoso do seu ex-namorado não queria ser chupado por mim porque AINDA amava você, sua biscate!
- Oh! Luis Fernando ainda me ama?
- Sim, sua desgraçada! E eu vou ACABAR COM VOCÊ de uma vez por TODAS!
Samantha foi em direção de Maria para desligar todos os equipamentos. Pegou uma almofada e enfiou na cara de Maria rindo-se toda.
Enquanto se contorcia, Maria ficou preocupada que o travesseiro borrasse sua maquiagem, então, ela tirou a seringa que continha veneno de dentro do seu cabelo armadíssimo e enfiou-a no braço de Samantha.
Ouviu-se um grito... era da própria vítima.
- O que é isso? – perguntou Samantha assustada.
- Veneno! Como sabia que você nunca ia querer chupar a minha xereca, essa foi a única saída que arranjei. Dentro de minutos você estará morta!
- Sua desgraçada! Eu te ODEIO, Maria. Te odeio com TODAS as minhas forças. Deveria ter te matado outra vez enquanto pude, sua BOCA FROUXA! – disse a malvada enquanto agonizava aos poucos.
- Não precisa Samantha, pois você JÁ me matou.
- Como? – assustou-se Samantha.
- Sim, Maria está morta, EU sou a FILHA dela...
Não perca o último capítulo de Maria... A REPUDIADA!
Dannilo Martins Autorino
domingo, 13 de março de 2011
A Repudiada - Capítulo 4
No dia seguinte...
Se você prestar bem atenção nos jornais de hoje, notará que ocorreram três mortes em exatamente vinte e quatro horas, começou numa madrugada e terminou na outra. O que ninguém sabe, é o que será ou quem será que está por detrás disso tudo.
Quem seria capaz de uma coisa dessas? - todos se perguntavam.
Para a segurança da população, o governo decretou que haverá o toque de recolher às 20 horas, e que ninguém deverá receber nem uma visita depois desse horário. Todos estão com medo, até eu...
Revoltada por ter seus planos sabotados, Maria atirou todos os perfumes franceses da penteadeira contra o espelho.
- Malditos! Ainda falta uma... Só mais uma para completar a minha vingança. Primeiro foi o velho do diretor, fracassado pela vida. Tinha perdido tudo e só lhe restou se arrastar pelas calçadas pedindo esmola. Depois foi o namoradinho do meu ex-professor de educação física. Ninguém mandou ficar querendo pagar de heterossexual para manter as aparências. Por último foi àquela quadrúpede líder de torcida que o pai preferiu pagar pensão para ela todo mês a pagar mais um ano de escola. Pior é que só me resta um frasquinho de veneno, e esse será destinado a uma só pessoa... Samantha Solhedad.
Foi então que uma luz lhe surgiu como se fossem estrias. Samantha Solhedad se tornara médica de um famoso hospital. Como Maria se considerava má atriz para fingir que estava doente, decidiu então dar-se um tiro na cabeça para ficar tetraplégica.
Maria foi encontrada quase morta em seu apartamento na manhã seguinte. Os vizinhos chamaram a ambulância e ela foi levada imediatamente ao melhor hospital da cidade – que por acaso é mesmo hospital onde sua rival trabalha.
Depois de dias vegetando, ela acordou, e só conseguiu exclamar com muita dificuldade, uma única palavra... vin...gan...çã!
***
No dia seguinte, uma enfermeira entra no quarto e vê que Maria está acordada, então lhe pergunta:
- Consegue se lembrar de quem você é, Maria?
Maria a olha profundamente nos olhos em busca de alguma lembrança e diz:
- Sim, sou Maria... A REPUDIADA.
Dannilo Martins Autorino
Se você prestar bem atenção nos jornais de hoje, notará que ocorreram três mortes em exatamente vinte e quatro horas, começou numa madrugada e terminou na outra. O que ninguém sabe, é o que será ou quem será que está por detrás disso tudo.
Quem seria capaz de uma coisa dessas? - todos se perguntavam.
Para a segurança da população, o governo decretou que haverá o toque de recolher às 20 horas, e que ninguém deverá receber nem uma visita depois desse horário. Todos estão com medo, até eu...
Revoltada por ter seus planos sabotados, Maria atirou todos os perfumes franceses da penteadeira contra o espelho.
- Malditos! Ainda falta uma... Só mais uma para completar a minha vingança. Primeiro foi o velho do diretor, fracassado pela vida. Tinha perdido tudo e só lhe restou se arrastar pelas calçadas pedindo esmola. Depois foi o namoradinho do meu ex-professor de educação física. Ninguém mandou ficar querendo pagar de heterossexual para manter as aparências. Por último foi àquela quadrúpede líder de torcida que o pai preferiu pagar pensão para ela todo mês a pagar mais um ano de escola. Pior é que só me resta um frasquinho de veneno, e esse será destinado a uma só pessoa... Samantha Solhedad.
Foi então que uma luz lhe surgiu como se fossem estrias. Samantha Solhedad se tornara médica de um famoso hospital. Como Maria se considerava má atriz para fingir que estava doente, decidiu então dar-se um tiro na cabeça para ficar tetraplégica.
Maria foi encontrada quase morta em seu apartamento na manhã seguinte. Os vizinhos chamaram a ambulância e ela foi levada imediatamente ao melhor hospital da cidade – que por acaso é mesmo hospital onde sua rival trabalha.
Depois de dias vegetando, ela acordou, e só conseguiu exclamar com muita dificuldade, uma única palavra... vin...gan...çã!
***
No dia seguinte, uma enfermeira entra no quarto e vê que Maria está acordada, então lhe pergunta:
- Consegue se lembrar de quem você é, Maria?
Maria a olha profundamente nos olhos em busca de alguma lembrança e diz:
- Sim, sou Maria... A REPUDIADA.
Dannilo Martins Autorino
domingo, 6 de março de 2011
A Fadinha Filó - Capítulo 4
- Sim. – continuou a princesa do Rio-de-Janeirô com seu sotaque – Ela IXtá trapaceando. Ela IXtá usando o feitiço siliconium. Contratou uma fada-madrinha para ganhaR o concuRso.
Todas as pessoas do lugar disseram: ohhhhh... e depois cochicharam.
- É mentira! – contestou a princesa de Sain-Paulô - como é que você sabe? Prove!
- Eu fiquei diaX trancada no banheiro do seu caXtelo eXpionando você. Eu sei de tudo, não adianta mentiR.
- Então aqueles barulhos não eram do meu pai cagando? Que BOSTA! Vadia, desgraçada! Vai virar cadela na próxima encarnação só de raiva! Gente, - virou-se para todos - eu não estou mentindo! Acreditem em mim, por favor! – implorou a nossa princesa heroína dramaticamente.
A princesa do Rio-de-Janeirô gargalhava.
- Eu vou acabaR com você! – disse vingativa e com sangue nos olhos.
- Eu juro que não estou trapaceando! – gritava a pobre e delicada princesa com cara de virgem. Acreditem em mim, por favor! Que a princesa do Rio-de-Janeirô morra se eu estiver mentindo.
Foi então que a princesa do Rio-de-Janeirô começou a ter um ataque estranho e morreu!
Todos disseram: ohhhhh... e cochicharam.
As princesas dos outros estados embraveceram e começaram a formar uma rodinha em volta da representante de Sain-Paulô.
Todas as pessoas do lugar disseram: ohhhhh... e depois cochicharam.
- É mentira! – contestou a princesa de Sain-Paulô - como é que você sabe? Prove!
- Eu fiquei diaX trancada no banheiro do seu caXtelo eXpionando você. Eu sei de tudo, não adianta mentiR.
- Então aqueles barulhos não eram do meu pai cagando? Que BOSTA! Vadia, desgraçada! Vai virar cadela na próxima encarnação só de raiva! Gente, - virou-se para todos - eu não estou mentindo! Acreditem em mim, por favor! – implorou a nossa princesa heroína dramaticamente.
A princesa do Rio-de-Janeirô gargalhava.
- Eu vou acabaR com você! – disse vingativa e com sangue nos olhos.
- Eu juro que não estou trapaceando! – gritava a pobre e delicada princesa com cara de virgem. Acreditem em mim, por favor! Que a princesa do Rio-de-Janeirô morra se eu estiver mentindo.
Foi então que a princesa do Rio-de-Janeirô começou a ter um ataque estranho e morreu!
Todos disseram: ohhhhh... e cochicharam.
As princesas dos outros estados embraveceram e começaram a formar uma rodinha em volta da representante de Sain-Paulô.
- Calma gente, eu não estou mentindo, esses peitos são meus, olha! - E ela tirou a roupa.
Todas ficaram atiçadas.
- Nossa! Que peitos LINDOS que você tem, dá vontade de apertar. Nossa que macios! Que gostoso!
- Isso – disse a princesa de Sain-Paulô. Olhem como eu sou macia, olhem! Podem tocar, apertar. Olhem, macio e gostoso só pra vocês.
As princesas a apertavam sem pensar e começaram a roçar as pernas.
- Nossa, ela é a vencedora! Ganhou mesmo! Que seios lindos! Não tem nem comparação aos meus. – disse outra princesa que também tirou a roupa para mostrar seus seios lindos, porém, não tão lindos quanto os da princesa de Sain-Paulô.
- Nossa, é verdade! – disse outra concorrente – os meus são fichinha perto dela, olhem!
Todas as pessoas do lugar disseram: ohhhhh... e depois cochicharam.
Foi então que todas as princesas começaram a tirar a roupa desesperadamente para mostrarem seus seios lindos, mas nunca tão lindos quanto os da princesa de Sain-Paulô.
E essa história acaba assim mesmo, caro leitor, com uma suruba lesbiana de princesas no salão de festas do castelo. A representante de Sain-Paulô ganhou o seu tão desejado e concorrido concurso de mais belos seios e foi feliz pra sempre. Pois é, não teve príncipe, por isso mesmo esse final foi mais feliz ainda que dos filmes da Disney.
A princesinha Chà-tá está se preparando agora para quando chegar a vez dela no concurso daqui a alguns anos, pois precisa honrar a hereditariedade de prêmios da família.
A rainha parou um pouco com seus ataques de histeria por causa de sexo, porque depois da suruba lesbiana (sim, ela não resistiu e entrou no meio), descobriu sua verdadeira vocação e agora trocara o rei pela filha.
O rei continuou ausente e a fada Filó ganhou uma estrelinha de graduação por ter feito um belo trabalho. Quanto ao seio “forjado”, ele realmente era da princesa, pois ela desejou-os com vontade, e tudo que pedimos com o coração, se realiza, portanto, a princesa tem os seios mais hipnotizantes e lindos do Brasil, até ficar velha e tudo cair. Mas essa é outra história que vale a pena ser contada outro dia.
FIM.
(Palmas...)
Dannilo Martins Autorino
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